domingo, 9 de dezembro de 2012

Tirando a poeira!


Um mês sem dar notícias por aqui, mas foi só correria mesmo. E muito cansaço! Semana retrasada Thabata começou com um febrão que não passava, indo a hospital, ouvindo que o pulmão estava limpo, mas fui ficando numa agonia danada. Estou acostumada a não baixar febre, tendo sido criada à base da homeopatia, mas uma febre constante de 39,3º a 39,8º dias a fio, assusta! Por fim, acabei conseguindo marcar um médico particular. Mas até isso foi difícil, muitos com agenda lotada até o fim do ano! Conclusão? Internação imediata: pneumonia braba! :(

Ficou lá de sexta à noite até domingo à tarde, quando o médico finalmente a liberou para tratar em casa. Com a condição de ir duas vezes ao dia até o hospital tomar as injeções. Só um detalhe: ela tem 16 anos, é menor... precisa de alguém junto para assinar! Ou seja... EU! :( Para completar, era a última semana de reposições do horário da greve no banco, então estava indo mais cedo. Ou seja... para Thabata tomar a injeção de manhã, precisava sair ainda mais cedo! Uaaaaaaaaah!!!

Mas tudo bem, passou. Sexta-feira uma nova chapa mostrou um pulmão praticamente limpo!!! :-D O tratamento continua mais uma semana, mas agora sem injeções, bem mais "light"! Ainda assim, este final de semana foi dureza de engatar... um cansaaaaaaaaaaaaaaaaço que parecia não acabar! Respeitei o corpo, dormi até mais tarde, mantive um ritmo mais sossegado.

E agora... vou comer alguma coisa e deitar cedo, que amanhã tem trabalho de novo!!! Para terminar, um texto do meu pai, que mostra um pouco sobre seus pensamentos e crenças, e que tem tudo a ver comigo também:

"Hora do Encontro"
(Ronaldo Tikhomiroff)

Todas as tendências filosóficas ou esotéricas sérias têm se manifestado nesses últimos tempos sobre as grandes mudanças que advirão com a chegada da Nova Era, ou Era de Aquário. Estas mudanças, em têrmos materiais e em têrmos espirituais, levarão - dizem os propagadores da Nova Era - a um novo homem, preparado para assumir seu papel cósmico na Nova Terra.

Verdade ou não, constata-se uma grande fase de mudanças no homem moderno. Mudanças de comportamento, mudanças de sentimento, numa inquietude cada vez mais tangível. O homem do século XX, quase XXI, com toda a tecnologia ultra sofisticada, alcançada por sua mente cada vez mais desenvolvida, se curva ao seu interior e passa a ouvir sua inspiração. Algo não foi resolvido. Algo que o incomoda e que, vez por outra, o coloca em conflito consigo mesmo. Algo que vem de dentro de seu ser.

Por mais cético que seja, é chegada a hora do ser humano se encontrar com seu verdadeiro elo perdido. Perdido em suas origens, esquecido por milênios, porém real. Suas origens o chamam para sua verdadeira identidade, transcendental, cósmica, divina.

A figura de Deus, criada pela mente humana e manipulada por tantos, já não satisfaz ao ser humano. Da mesma forma que o estudo da tabuada de somar não atrai o secundarista, as “historinhas” do Deus que castiga sua própria criação, o Deus que nos criou para que passássemos uma “temporada” na Terra, sofrendo as agruras da vida, sem nenhum sentido, que nos legou o dom do livre-arbítrio sem nos indicar claramente como nos portar, levando-nos a cometer “pecados” a cada instante, que nos deu um cérebro e
uma mente privilegiada mas nos chama de imbecis por tudo o que fazemos, não pode mais acalentar o coração do ser humano. Simplesmente porque Deus é muito mais do que essa figura mesquinha e pequena inventada ou deturpada pelo próprio homem. Na verdade, a ideia do “homem criado à imagem de Deus”, deveria ser interpretada como “Deus criado à imagem do homem”, pois foi o próprio homem quem criou tal ideia.

A busca do verdadeiro Deus, a busca da verdade única, não pode ser universalizada pois cada um de nós deve buscar dentro de nós mesmos a NOSSA verdade, o nosso Deus, ou melhor, uma minúscula partícula do Deus único, cósmico, pois somos todos parte do infinito, da Energia Suprema. Uma minúscula partícula, porém grande bastante para nos dar a certeza de nossa existência. Somente aí encontraremos a verdadeira
Fé.

Como bem diz Albert Einstein, em seu livro “Como Vejo o Mundo”, todas as religiões criadas pelo homem se voltaram para a religião-angústia (homem primitivo) ou para a religião-moral (homem civilizado), traduzindo a idéia de Deus pela imaginação do homem. Aí está a falha de todas elas: porque o receio de ultrapassar o conceito de um Deus antropomórfico, cuja existência carreia todas as falhas humanas? Se o homem só consegue explicar aquilo que conhece, como pode querer explicar a ideia de um Deus tão superior a seus conhecimentos? Se o homem ainda está em busca da origem de seu próprio Universo, como explicar a origem desta origem?

Somente procurando nosso vínculo cósmico, divino, poderemos sentir a certeza e a alegria da existência de nosso Criador. E este vínculo está dentro de nós mesmos. É preciso escutar nosso Eu Interior, nossa aspiração íntima, sem censuras de nosso mental ou de nosso emocional. A liberação do livre-arbítrio, manipulado pelo mental/emocional, e a aceitação do comando de nossa aspiração, torna-se, portanto, o caminho mais curto para o encontro com nosso elo perdido. Não se trata, obviamente, de nos tornarmos mortos-vivos ou robôs, mas sim de reconhecermos e atendermos àquela voz que nos chama a tanto tempo e que teimamos em não escutar. Estarmos livres finalmente para seguir a Lei Cósmica.

Se dermos ouvidos à nossa voz interior, se nos deixarmos levar por nossa verdadeira identidade, começaremos a nos sentir muito mais importantes, verdadeiros participantes da maravilhosa obra da evolução cósmica. Passaremos a entender o nosso papel e a aceitar os desígnios divinos, pois estaremos inseridos definitivamente no processo evolutivo.

É chegada a hora do encontro.

Eu volto.

Andréa

3 comentários:

Anônimo disse...

AMEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII!!!

13 de dezembro de 2012 12:19
Anônimo disse...

Dé vc e seu pai...lindos demais....oAMEIIIIIIII foi meu...BEL

13 de dezembro de 2012 12:20
Anônimo disse...

Ah esqueci...os meninos da Maggie estão lindossssss!!!Quanta saudade.....Bel

13 de dezembro de 2012 12:21

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